A mídia, imprensa e os meios de comunicação em geral são veículos formadores de opiniões. A sociedade busca informações sobre o cotidiano e acontecimentos através, principalmente, de jornais impressos, televisivos e online. A questão é que, baseadas nos dados transmitidos por essas instituições, a população formula sua opinião e debate determinado assunto. Contudo, se essa mídia mostra apenas um lado de uma situação, como poderemos nos decidir sobre de qual modo devemos nos posicionar?
Um dos exemplos brasileiros mais conhecidos ocorreu em 1990, durante as eleições do presidente Fernando Collor. Sua eleição foi “patrocinada” pela mídia, principalmente pela emissora televisiva Rede Globo. O grande espaço cedido a Collor durante sua campanha levou-o a vitória. Contudo, com os escândalos ocorridos em seu Governo, a mídia, que não queria sua credibilidade associada à corrupção do Governo, iniciou uma campanha para tirá-lo do poder, influenciando seu impeachment.
Essa mesma emissora cobre 99,2 % do território brasileiro. Isso significa que todas as pessoas que a assistem, tem sua opinião influenciada, de algum modo, por ela.
O ideal, certamente, seria uma forma da mídia não tomar partido de lado nenhum. Ou seja, ela traria as informações na integra, sem ofuscar ou evidenciar nenhum lado da situação. Contudo, devemos lembrar que ela é formada, sobretudo, por seres humanos. Ela é feita por nós. Os repórteres, os editores, e o todo o pessoal por trás e na frente das câmeras possuem opiniões, e, portanto, mesmo sem querer, acabam transmitindo-a senão por palavras, por expressões faciais e tom de voz.
Em suma, não há como produzir um noticiário, ou mesmo uma manchete sem evidenciar um dos lados. Inclusive pelo fato de que, caso esse veículo emissor não se posicione perante uma situação, terá sua imagem “manchada”. É talvez necessário que se tome partido de algum lado, pois existem alianças por trás, dinheiro e sociedades pré-estabelecidas.
Um dos exemplos brasileiros mais conhecidos ocorreu em 1990, durante as eleições do presidente Fernando Collor. Sua eleição foi “patrocinada” pela mídia, principalmente pela emissora televisiva Rede Globo. O grande espaço cedido a Collor durante sua campanha levou-o a vitória. Contudo, com os escândalos ocorridos em seu Governo, a mídia, que não queria sua credibilidade associada à corrupção do Governo, iniciou uma campanha para tirá-lo do poder, influenciando seu impeachment.
Essa mesma emissora cobre 99,2 % do território brasileiro. Isso significa que todas as pessoas que a assistem, tem sua opinião influenciada, de algum modo, por ela.
O ideal, certamente, seria uma forma da mídia não tomar partido de lado nenhum. Ou seja, ela traria as informações na integra, sem ofuscar ou evidenciar nenhum lado da situação. Contudo, devemos lembrar que ela é formada, sobretudo, por seres humanos. Ela é feita por nós. Os repórteres, os editores, e o todo o pessoal por trás e na frente das câmeras possuem opiniões, e, portanto, mesmo sem querer, acabam transmitindo-a senão por palavras, por expressões faciais e tom de voz.
Em suma, não há como produzir um noticiário, ou mesmo uma manchete sem evidenciar um dos lados. Inclusive pelo fato de que, caso esse veículo emissor não se posicione perante uma situação, terá sua imagem “manchada”. É talvez necessário que se tome partido de algum lado, pois existem alianças por trás, dinheiro e sociedades pré-estabelecidas.