O Poeta português Luís de Camões, nascido em Lisboa, por volta de 1524 pertenceu a uma família de pequena nobreza, de origem galega. Serviu como soldado em Ceuta, por volta de 1549-1551, e acabou perdendo um olho. Em 1552, de regresso a Lisboa, esteve preso durante oito meses por ter ferido Gonçalo Borges em uma briga. Data do ano seguinte a referida Carta de Perdão, ligada a essa ocorrência. Nesse mesmo ano, seguiu para a Índia. Nos anos seguintes, serviu no Oriente, ora como soldado, ora como funcionário, pensando-se que esteve mesmo em território chinês, onde teria exercido o cargo de Provedor dos Defuntos e Ausentes, a partir de 1558. Em 1560 estava de novo em Goa, convivendo com algumas das figuras importantes do seu tempo. Em 1569 iniciou o regresso a Lisboa. No ano seguinte, o historiador Diogo do Couto, amigo do poeta, encontrou-o em Moçambique, onde vivia na penúria. Juntamente com outros antigos companheiros, conseguiu o seu regresso a Portugal, onde desembarcou em 1570. Dois anos depois, D. Sebastião concedeu-lhe uma tença, recompensando os seus serviços no Oriente e o poema épico que entretanto publicara, Os Lusíadas. Camões morreu a 10 de Junho de 1580, ao que se diz, na miséria. No entanto, é difícil distinguir aquilo que é realidade, daquilo que é mito e lenda romântica, criados em torno da sua vida.
Luís de Camões contribuiu muito para a literatura portuguesa com as seguintes obras: (1572) Os Lusíadas, (1595) Amor é fogo que se arde sem se ver, (1595) Eu cantarei o amor tão docemente, (1595) Verdes são os campos, (1595) Que me quereis, perpétuas saudades?, (1595) Sobolos rios que vão, (1595) transforma-se o amador na cousa amada (1595) sete anos de pastor Jacob servia (1595) alma minha gentil , que partiste (1595) mudam-se os tempos , mudam-se as vontades (1595) quem diz que amor é falso ou enganoso. Teatro : (1587) El-rei seleuco . (1587) Auto de filodemo. (1587)Anfitiões . 142 redondilhas, 15 canções, 13 odes, nove éclogas, cinco oitavas, quatro cartas e três autos (além dos mencionados, El-rei Seleuco).
Poesia épica. Camões é sobretudo síntese de uma época e de um povo, do espírito humanista -- com seus vastos conhecimentos, sua filosofia, sua ética -- somado à realização histórica e política da expansão marítima portuguesa. Testemunha viva e transformadora, cruzou os mares, se engajou pessoalmente nessa expansão e, imbuído daquele espírito, fez dela um monumento de arte literária.
Luís de Camões contribuiu muito para a literatura portuguesa com as seguintes obras: (1572) Os Lusíadas, (1595) Amor é fogo que se arde sem se ver, (1595) Eu cantarei o amor tão docemente, (1595) Verdes são os campos, (1595) Que me quereis, perpétuas saudades?, (1595) Sobolos rios que vão, (1595) transforma-se o amador na cousa amada (1595) sete anos de pastor Jacob servia (1595) alma minha gentil , que partiste (1595) mudam-se os tempos , mudam-se as vontades (1595) quem diz que amor é falso ou enganoso. Teatro : (1587) El-rei seleuco . (1587) Auto de filodemo. (1587)Anfitiões . 142 redondilhas, 15 canções, 13 odes, nove éclogas, cinco oitavas, quatro cartas e três autos (além dos mencionados, El-rei Seleuco).
Poesia épica. Camões é sobretudo síntese de uma época e de um povo, do espírito humanista -- com seus vastos conhecimentos, sua filosofia, sua ética -- somado à realização histórica e política da expansão marítima portuguesa. Testemunha viva e transformadora, cruzou os mares, se engajou pessoalmente nessa expansão e, imbuído daquele espírito, fez dela um monumento de arte literária.
Escrito por: Diego Fernandes , Telmo Paes , Matheus Luxinger , Mateus Paulo, Pedro Henrique .