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sábado, 27 de março de 2010

Vida e Obra de Leonardo da Vinci

Escrito por: Íkaro Vieira, Gabriella Régio, Ana Carolina Garcia e Ana Carolina Gonçalves.

Foi um polímata italiano, uma das figuras mais importantes do Alto Renascimento, que se destacou como cientista, matemático, engenheiro,inventor, anatomista, pintor, escultor, arquiteto, botânico, poeta e músico. É ainda conhecido como o precursor da aviação e da balística. Leonardo frequentemente foi descrito como o arquétipo do homem do Renascimento, alguém cuja curiosidade insaciável era igualada apenas pela sua capacidade de invenção. É considerado um dos maiores pintores de todos os tempos, e como possivelmente a pessoa dotada de talentos mais diversos a ter vivido. Ele era conhecido principalmente como pintor. Duas de suas obras, a Mona Lisa e A Última Ceia, estão entre as pinturas mais famosas, mais reproduzidas e mais parodiadas de todos os tempos.

Biografia

Leonardo nasceu em 15 de abril de 1452, na cidade de Anchiano, na Toscana, situada no vale do rio Arno, dentro do território dominado à época por Florença. Era filho ilegítimo de Messer Piero Fruosino di Antonio da Vinci, um notário florentino, e Caterina, uma camponesa.

Em 1466, com catorze anos, Leonardo passou a ser aprendiz de um dos mais bem-sucedidos artistas de seu tempo, Andrea di Cione, conhecido como Verrocchio. Em 1472, com vinte anos de idade, Leonardo se qualificou para o cargo de mestre na Guilda de São Lucas,uma guilda de artistas e doutores em medicina, porém mesmo depois de seu pai ter montado seu próprio ateliê, sua ligação com Verrocchio permaneceu tanta que ele continuou a colaborar com ele. Aos poucos, as pessoas da corte passam a fazer encomendas diretamente a Leonardo. Sua obra mais antiga a ser datada é um desenho em pena e tinha do vale do Arno, feito em 5 de agosto de 1473.

Leonardo morreu em Clos Lucé, em 2 de maio de 1519.

Obra Artística

Apesar do recente interesse e admiração por Leonardo como cientista e inventor, durante mais de quatrocentos anos a sua enorme fama apoiou-se nos seus feitos como pintor e num punhado de obras, autenticadas ou atribuídas a ele, que vêm sido vistas desde então como algumas das obras-primas supremas já criadas pelo homem.

Estas pinturas ficaram famosas por uma série de qualidades que foram muito imitadas por estudantes e discutidas extensivamente por conhecedores e críticos. Entre algumas destas qualidades que tornam a obra de Leonardo única estão as técnicas inovadoras que ele usou na aplicação da tinta, seu conhecimento detalhado de anatomia, luz, botânica e geologia, seu interesse na fisiognomonia e na maneira pelo qual os humanos registram emoções em suas expressões e gestos, seu uso inovador da forma humana em composições figurativas, e o uso da graduação sutil da tonalidade. Todas estas qualidades encontram-se reunidas em suas obras mais famosas, como a Mona Lisa, A Última Ceia e a Virgem dos Rochedos.

Leonardo não foi um pintor prolífico, mas foi o mais prolífico desenhista (projetista), mantendo diários cheios de pequenos rascunhos e desenhos detalhados registrando todas as coisas que lhe chamavam atenção. Juntamente com os diários, existem diversos estudos de pinturas, alguns dos quais podem ser identificados como preparações para trabalhos específicos como A Adoração dos Magos, a Virgem dos Rochedos e A Última Ceia. Seu desenho mais antigo, é o Vale do Arno (1473), que ostenta as montanhas tão frequentes em suas obras.

Vida e Obra de Nicolau Maquiavel.

Escrito por: Enver Dias, Barbara Couto, Matheus Curado, Rhaone e Herick.

Nasceu em Florença a 3 de Maio de 1469, e morreu em 20 de Junho de 1527.

Nada se sabe da sua vida antes de entrar ao serviço da República de Florença, após a queda do governo clerical de Sovanorola, para além de ser filho de um jurista. Maquiavel serviu na administração da República de Florença, de 1498 a 1512, na segunda Chancelaria, tendo substituído Adriani, e como secretário do Conselho dos Dez da Guerra (Dieci di Libertà et Pace), a instituição que na Signoria tratava da guerra e da diplomacia. Tornou-se um conhecedor profundo dos mecanismos políticos e viajou incessantemente participando em vinte e três embaixadas a cortes italianas e europeias, conhecendo vários dirigentes políticos, como Luís XII de França, o Papa Júlio II, o Imperador Maximiliano I, e César Bórgia.

Em 1500 foi enviado a França onde se encontra com Luís XII e com o Cardeal de Orleães. A sua missão mais memorável, acontecida em 1502 quando visitou César Bórgia estabelecido na Romagna, foi objecto de um relatório de 1503 intitulado «Descrição da Maneira empregue pelo Duque Valentino [César Bórgia] para Matar Vitellozzo Vitelli, Oliverotto da Fermo, Signor Pagolo e o Duque de Gravina, Orsini», no qual descreveu com uma precisão cirúrgica os assassinatos políticos do filho do Papa Alexandre VI Bórgia, explicando subrepticiamente a arte política ao principal dirigente de Florença, o indeciso e timorato Pier Soderini.

Maquiavel casou em 1502 com Marietta Corsini, de quem teve quatro filhos e duas filhas.

Em 1504 regressa a França, e no regresso, inspirado nas suas leituras sobre a História Romana, apresenta um plano para a reorganização das forças militares de Florença, que é aceite. Em 1508 é enviado à corte do imperador Maximiliano, estabelecido em Bolzano, e em 1510 está de novo em França. Em 1509 dirigiu o pequeno exército miliciano de Florença para ajudar a libertar Pisa, missão que foi coroada de sucesso. Em Agosto de 1512, devido à invasão espanhola do território da república, a população depôs Sonderini e acolheu os Médici.

Maquiavel foi demitido em 7 de Novembro, devido à sua ligação ao governo republicano, retirando-se da vida pública. Tendo-se tornado suspeito, em 1513, de envolvimento numa conspiração contra o novo governo, foi preso e torturado. Tirando algumas nomeações para postos temporários e sem importância, em que se conta em 1526 uma comissão do Papa Clemente VII para inspeccionar as muralhas de Florença, e do seu amigo Francesco Guicciardini, Comissário Papal da Guerra na Lombardia, que o empregou em duas pequenas missões diplomáticas, passou a dedicar-se à escrita, vivendo em San Casciano, a alguns quilómetros de Florença.

Em Maio de 1527, tendo os Médici sido expulsos de Florença novamente, Maquiavel tentou reocupar o seu lugar na Chancelaria, mas o posto foi-lhe recusado devido à reputação que O Príncipe já lhe tinha granjeado. Pouco tempo depois morreu, pouco tempo depois do saque de Roma.

Duas das obras de Maquiavel foram publicadas em vida, La Mandragola (A Mandrágora), de 1515, publicada em 1524, um grande sucesso na época, ainda hoje considerada uma das mais brilhantes comédias italianas, e o tratado Arte della guerra ( A Arte da Guerra), de 1519-1520, que tem como cenário as reuniões intelectuais dos Ortii Oricellari (Jardins de Rucellai), local onde se reunia a Academia Florentina e onde tinha sido colocada a estatuária retirada aos Médici.

Foi neste cenáculo que Nicolau Maquiavel leu uma versão dos seus Discorsi sopra la prime deca di Tito Livio (Discursos sobra a primeira década de Tito Lívio), escritos em 1517 e publicados em 1531. As suas outras obras incluem a Vita di Castruccio Castracani (1520), um condottieri que governou Lucca de 1316 a 1328, uma Istorie Fiorentine (escrita entre 1520 e 1525), as comédias Clizia (escrita por volta de 1524) e Andria, o conto Belfagor, e a sua mais conhecida obra Il Principe (O Príncipe) escrito 1513 e publicado em 1531.

O Príncipe é um tratado político em 25 capítulos com uma conclusão que propõem a libertação da Itália das intervenções de franceses e de espanhóis, considerados bárbaros. Escrito originalmente em 1513 e dedicado a Giuliano de Médici, em 1516 passou a ser dedicado ao sobrinho deste Lorenzo, antes deste se tornar duque de Urbino.

Fonte:

Enciclopédia Britânica

Vida e Obra de Thomas More

Escrito por: Caio Gobbi, Cyro Augusto, Gustavo Fraga, Thell Vaz e Lucas Garrido.

São Sir Thomas More, por vezes latinizado em Thomas Morus ou aportuguesado em Tomás Moro (Londres, 7 de Fevereiro de 1478 — Londres, 6 de Julho de 1535) foi homem de Estado, diplomata, escritor, advogado e homem de leis, ocupou vários cargos públicos, e em especial, de 1529 a 1532, o cargo de "Lord Chancellor" (Chanceler do Reino - o primeiro leigo em vários séculos) de Henrique VIII da Inglaterra. É geralmente considerado como um dos grandes humanistas do Renascimento. Foi canonizado como santo da Igreja Católica em 9 de Maio de 1935 e sua festa litúrgica se dá em 22 de Junho.

Escritor é considerado também um grande advogado, embora não existam evidências do fato, já que todos os processos em que participou se perderam. Em 1520, Thomas More passou a freqüentar a corte do rei inglês Henrique VIII e recebeu o título de cavaleiro no ano seguinte.

Nesta obra: A Utopia, Morus nos apresenta uma ilha imaginária onde todos vivem em harmonia e trabalham em favor do bem comum. Desde então o termo “utopia” está associado à fantasia, sonho, fortuna e bem estar, que são
aspectos formadores do ambiente utópico onde se desenvolveu a sociedade utopiana, no país chamado Utopia ou Ilha da Utopia que era dominada pelo rei Utopus: “Os habitantes da Utopia aplicam aqui o princípio da posse comum.

A fictícia Ilha da Utopia, no livro de Thomas Morus, é fruto de uma imagem criada a partir de histórias contadas sobre a exuberância da América, por reais desbravadores do continente americano quando do retorno destes à Europa Foi assim que Thomas Morus, no século XVI, em pleno Renascimento, pintou com palavras o quadro da sociedade perfeita. Morus, cumprindo um papel de ensaísta político-social, esquematizou uma sociedade ideal, sonhada e formalizada nas páginas de um livro que infelizmente continua sendo, para tantas pessoas neste planeta, tão atual como o foi quase cinco séculos atrás.


Abiogênese X Biogênese.

Escrito por: Fernanda Gomes, Brenda Mendes e Isabela Bissoli.

Duas teorias sustentaram uma polêmica nos meios científicos até o final no século XIX: a teoria da geração espontânea (abiogênese) e a teoria da biogênese. Esta designação entretanto, é ambígua, pois muitos pequisadores se referem ao mesmo processo utilizando o termo "biogênese". Sendo a teoria da abiogênese defendida pelo filósofo Aristóteles e da biogênese pelo cientista italiano Francisco Redi.

De acordo com a teoria da abiogênese, os seres vivos brotavam da matéria não viva, por exemplo, o surgimento de anfíbios e répteis nascidos da matéria orgânica dos lagos, ou mesmo o surgimento de ratos a partir de receitas cujos ingredientes envolviam roupas sujas e grãos de cereais depositados em ambiente escuro, o que facilitava a aproximação desses roedores. Porém, essa teoria era um absurdo de acordo com alguns cientistas. Os mesmos afirmavam que os seres vivos não brotavam e sim se originavam de ovos de larvas que eram depositados em cima de qualquer objeto sujo, ali deixado.

Em quanto uns protegiam a teoria da abiogênese, o cientista Francisco Redi fazia experimentos que comprovariam que tal teoria estava na verdade, errada. Em seu experimento utilizou frascos, cadáveres de animais e carne. Cada frasco continha carne e cadáver. Alguns frascos foram vedados com gaze e outros não. Nos frascos vedados, não houve formação de larvas, mas nos frascos em que o conteúdo ficou exposto, muitas larvas se desenvolveram, pois as moscas entravam e saíam com liberdade. Após feita essa experiência, diversos cientistas partiram por conta própria e fizeram diversas experiências para comprovar e desmentir cada teoria surgida.

Essas teorias são basicamente cientificas, por terem sido descobertas e experimentadas por cientistas e filosofos, porém fazem um papel muito importante na história da evolução. Na época em que tais teorias surgiram, se tornaram bastantes populares, o que fez com que a população aceitasse-as como sendo a forma pela qual surgimos. Porém, com o passar dos anos e o avanço da história e da tecnologia, ficou mais fácil entendermos como surgimos e como nossa especie realmente apareceu, contudo, com opiniões opostas.

Bibliografia:

http://www.infoescola.com/evolucao/abiogenese-biogenese/

http://www.alunosonline.com.br/biologia/teoria-da-abiogenese-e-biogenese/

sexta-feira, 26 de março de 2010

Neolítico: As Primeiras Sociedades

Escrito por: Isla, Luan Mendes e Lucas Fernandes.

O período Neolítico, não foi marcado pela vida nômade, embora ela existisse, mas pelo inicio da vida sedentária e o surgimento dos primeiros estados civilizados em uma grande revolução cultural. Foi no Neolítico que surgiu a agricultura e a criação de animais.

Ao longo da evolução, o homem descobriu que poderia ter mais chances de sobrevivência se estivesse em grupos. E, se estabelecesse formas de cooperação, conseguiria caçar animais de maior porte, por exemplo.

Depois que o trabalho em grupo foi desenvolvido, houve uma divisão do trabalho de acordo com o sexo e a idade. Os homens jovens caçavam; as mulheres e idosos faziam a maior parte das colheitas e cuidavam das crianças.

Com necessidade de se manter perto dos rebanhos e das plantações, a vida nômade foi se tornando cada vez mais inviável. Então, começaram a fazer casas mais resistentes, e que permitiam uma longa estadia. Conforme as atividades agropastoris se tornavam mais sólidas, e as sociedades passaram a ficar mais tempo em um único território; o progresso técnico permitiu aumentar a produção agrícola e possibilitou o crescimento populacional. Nesta fase, grupos mais adiantados passaram a se especializar em certos ofícios: por exemplo, uma pessoa que plantava milho, se dedicou exclusivamente a isso, podendo assim, trocar o seu milho, por outros objetos que não possuía como roupas e outros tipos de alimentos. Este tipo de divisão levou ao fim do comunismo entre os homens, pois com a evolução do comércio, uns passaram a ter mais que os outros, originando a propriedade privada.

A necessidade de se proteger contra ameaças externas e de produzir em áreas maiores, ocupadas por outras aldeias, deu origem às instituições político-administrativas. Caracterizadas por um governo estabelecido em um determinado território. Surgindo assim, os primeiros Estados ou Civilizações.

Desde o paleolítico, o ser humano já expressava certa admiração pela vida e seu temor pela morte, com rituais religiosos rústicos, mas bem definidos. O temor pela morte, vem do fato do ser humano ser a única criatura que possui a consciência de que irá morrer. Portanto, pensando que um dia poderia vencer a morte, o homem primitivo começou a se preocupar com a possível vida após a morte, cuidado dos mortos com respeito.

Se a consciência da morte levou a uma preocupação do homem em relação à mesma, as maravilhas da natureza e da vida levaram o homem a atribuir tudo àquilo que fosse belo às divindades e deuses. A religião foi uma forma do homem se expressar diante aquilo que era misterioso e incompreensível à mente primitiva.

Nas sociedades ágrafas, o culto às divindades femininas relacionadas à fertilidade era o mais comum. E essa admiração pelo dom da vida se refletiu também na arte. Uma prova disso são as varias esculturas datadas deste período onde são representados de forma realista o corpo feminino.

Fontes:

- Cotrim, Gilberto. História global. Ed-Saraiva,2007

- Blainey, Geofrey. Uma breve história do mundo. Ed.Fundamento, 2009

- Savelle, Max. As primeiras Culturas Humanas. Ed.Villa Rica, Rio de Janeiro, 1990

- Darwin, Charles. A origem das espécies, 1859

- Wilson, Daniel. Arqueologia e a Pré-história da Escócia, 1851

( http://www.webartigos.com/articles/28483/1/Da-Pre-historia-as-Primeiras-Sociedades/pagina1.html )

( http://www.miniweb.com.br/Historia/artigos/i_antiga/pre-historia.html )


Paleolítico

Escrito por: Dhiego, Madson e Lucas Chagas.

Os homens paleolíticos (pedra lascada) ainda não produziam seus alimentos, não plantavam e nem criavam animais. Eles retiravam os alimentos da natureza. Coletavam frutos, grãos e raízes, pescavam e caçavam animais.
Os homens paleolítico se alimentavam da caça, da pesca e da coleta de frutas e raízes silvestres.

Eles tiveram de enfrentar muitas dificuldades: por exemplo, eles andavam nus, que para eles era uma coisa normal, por que sua principal preocupação era a de encontrar todos os dias alguma coisa para comer. Eles eram belos pescadores e caçadores, pois tinham que defender dos grandes animais que habitavam a Terra naquela época.

Graças a sua Inteligência o homem Paleolítico poder contar com dois aliados muitos importantes que o ajudaram a dominar a natureza: a pedra e o fogo.

Durante a transição entre os períodos glaciais o homem aprendeu a utilizar as cavernas e o couro de suas caças para se proteger do frio. Após o degelo, o clima se tornou mais aprazível e contava com uma enorme variedade de rebanhos e vegetais. A sobrevivência havia ficado mais fácil e, foi a partir de então que começaram a lascar pedras para fabricarem armas e ferramentas rudimentares para evoluir em suas tarefas como caçar, pescar, se vestir, etc.. Até então era nômade.

Os objetos ou ferramentas que os paleolíticos usavam, eram de pedra, madeira ou osso. A forma usada para fabricas suas armas era bater até dar seu formato adequado para corta, furar e raspar.

Existiam vários objetos como os machados de mão, as flechas, pequenas lanças e entro outros.

Os paleolíticos viviam de forma muito primitiva, em grupos nômades, ou seja, não possuíam um local fixo de moradia, viviam sempre em busca de comida e animais de caça e viviam em cavernas.

A mais ou menos 40 mil anos, as pessoas do da época paleolítica começaram a viver em grupos mais populosos. E ao começarem a viver em grupos mais populosos, começaram a criar novas casas, em locais fixos feitas de gravetos e pele de animal. Um Dos melhores jeitos Para Entendermos esse período é chamado de pinturas rupestres. Nas pinturas temos desenhos sobre o homem pré-histórico em suas ações do dia-a-dia como: Caça, pesca rituais, colheita, etc.

No fim do Paleolítico, uma série de Fenômenos climáticos mudou o mundo. As temperaturas Ficaram mais baixas e a partir de então, foi possível o processo de fixação dos grupos humanos. Com isso, uma série de mudanças marcou a passagem

Do período Paleolítico para o Neolítico


Idade dos metais

Escrito por: Leticia, Camila Dyna e Biaylla

A idade dos metais é o último período da pré-história. Por volta do ano 6.000 a.C, o homem obteve uma importante conquista: descobriu que era possível fazer objetos de metais.

A utilização dos metais foi de fundamental importância para algumas das sociedades que surgiram durante a antiguidade e para o aperfeiçoamento dos instrumentos e das técnicas usadas na guerra, na caça e na agricultura.

O primeiro tipo de metal utilizado foi o cobre, com os passar dos anos o estanho também foi utilizado como outro recurso na fabricação de armas e utensílios. Com a junção desses dois metais, pó volta de 3000 a.C, tivemos o aparecimento do bronze. Só mais tarde é que se tem a noticia da descoberta do ferro. Manipulado por comunidades por comunidades da Ásia menor, cerca de 1500 a.c, o ferro teve um lento processo de propagação. Isso se deu porque as técnicas de manipulação da liga de Ferro eram de difícil aprendizado.

Contando com sua utilização, observamos que a maior resistência dos produtos e matérias metálicos teve grande importância na consolidação das primeiras grandes civilizações no Mundo Antigo.

Assim, o uso do metal pôde influenciar tanto na expansão, como no desaparecimento de determinadas civilizações.com o desenvolvimento da agricultura e da criação de animais, o homem começou a se deparar com a quantidade de alimentos que era produzida além de sua necessidade. A partir daí foram iniciadas disputas ao qual os vencedores passaram a impor seu domínio, nascendo assim, a propriedade privada e a desigualdade social, juntamente com o estado.

Os começaram a montar sua própria “horta’’ para não precisar mais mudar de local toda vez que não conseguia achar mais alimentos por perto, e não precisava chegar tão perto de um animal para atacá-los.


Vida e Obra de Dante Alighieri

Escrito por: Marina, Roberta, Priscila, Gabriela Ramos e Gabriel.

Dante Alighieri, também chamado de “Poeta Máximo” nasceu na cidade de Florença no mês de maio de 1265.

Vindo de uma família Guelfa, pertencente à grande burguesia florentina, órfão de mãe aos seis anos e de pai aos doze, o futuro poeta aprendeu os segredos da poesia com o mestre Brunetto Latini.

Apesar de ter vivido em uma Florença de grande tensão política entre os partidos dos Guelfos e dos Gibelinos, Dante desde cedo recebeu uma boa formação intelectual. Dedicou-se ao estudo da poesia provençal e daquela escrita em latim vulgar e ainda ao aprendizado da música, da astronomia e da filosofia.

O poeta dedicou alguns de seus melhores pensamentos e muitas das suas poesias a Beatrice Portinari, mulher que marcou profundamente sua vida. Porém, jamais se casou com a sua amada, pois desde criança ele já era comprometido com Gemma Donati com quem teve três filhos.

Em 1293, filiou-se ao partido dos Guelfos, que naquele momento dividira-se em duas facções contrárias que disputavam entre si o governo da cidade-estado de Florença: a dos Brancos, representada pela alta burguesia e a dos negros, composta de membros da nobreza decadente. Dante demonstrou simpatia pelos Brancos, apoiando a sua linha política em direção à autonomia da cidade.

O papa Bonifácio VIII aproveitando a polêmica entre as duas facções e visando o domínio da região de Toscana, mandou para Florença um cardeal interventor, mas a ordem papal não melhorou a situação da cidade e o cardeal abandonou-a após interdita-la.

Em 1301, Dante Alighieri foi incluído na embaixada constituída para ir a Roma protestar junto á Santa Sé. Porém os Negros conseguiram depor os Brancos do poder, que foram exilados.

Durante seu regresso de Roma, Dante tomou conhecimento de sua condenação ao pagamento de multa e o exílio por dois anos. Contudo o poeta não apareceu no tribunal durante o processo e, por isso, foi condenado ao exílio perpétuo.

A esperança de voltar a Florença surgiu quando Henrique VII visitou a Itália no final de 1308. O futuro imperador anunciava o fim das sangrentas brigas entre Guelfos e Gibelinos. Porém a morte prematura de Henrique VII em 1313 fez Dante perceber que jamais voltaria a sua cidade natal.

Durante o exílio percorreu diversas cidades, mas por fim viveu em Ravena onde, cercado por admiradores e discípulos, morreu com 56 anos em 1321.

Com suas obras o “Poeta máximo” marcou o pensamento literário e filosófico da Itália medieval. Dante sonhava com a unificação territorial e lingüística de seu país. Esse desejo foi expresso em algumas de suas obras, como em “Tratado da Monarquia”, no qual afirma ser possível uma conciliação entre o poder imperial e o poder papal.

Entretanto, a sua obra-prima é “A Divina Comédia”. Escrita entre 13010 e 1321 em cem contos, descreve uma visão durante a qual Dante visita o inferno, o purgatório e o paraíso.


Evolução Humana

Escrito por: Felipe, Guilherme e Rodolfo.

A linhagem Homos é dividida em quatro fases, que são:

Homo Habilis: Homo Habilis significa homem habilidoso, surgiram aproximadamente dois milhões de anos na época do princípio do Plistocénico e viveu provavelmente na África. Eles confeccionavam e utilizavam ferramentas, provavelmente com pedras, alimentava-se de carne de caça ou de animais mortos. Atualmente a maioria dos cientistas considera que o Homo Habilis é um antepassado direto do homem moderno.

Homo Erectus: Homo Erectus que significa homem ereto viveu entre 1,8 milhões de anos e 300.000 anos atrás na região que hoje seria a África, Europa, Ásia e Oceania na época do Pleistoceno inferior e médio. O Homo Erectus já tinha o domínio do fogo e o seu uso distinguiu o Homo Erectus de todas outras espécies já existentes. Foram os primeiros a começar uma migração para outros lugares do mundo e com isso tiveram que passar por adaptações ao frio e a outros fenômenos, por isso esse tipo de espécie é encontrada em várias regiões do mundo.

Essa espécie foi muito bem sucedida e acredita-se que ela só foi extinta pelo homo Sapiens ou pelo homem atual cerca de cinquenta mil anos atrás. Homo Ergaster: Homo Ergaster significa Homem Trabalhador, eles viveram provavelmente na África, Europa, Ásia e Oceania a cerca de 1,8 milhões de anos até cerca de 250 mil anos atrás, pensa-se que esta espécie, que era muito próxima da nossa, teria usado instrumentos de pedra e poderia ter controlado o fogo.

Os seu genes se asemelham em 98% aos seres humanos, além de ter com uma abóbada craniana mais abaulada que a do Homo Sapiens.

Homo heidelbergensis:O Homo heidelbergensis significa homem de Heidelberg, ele também viveu na região que hoje é África, Europa, Ásia e Oceania.Eles surgiram há mais de 500.000 anos e perdurou, pelo menos, até cerca de 250.000 anos.Sabe-se hoje que o Homo heidelbergensis não foi antepassado direto do homem moderno. No Homo heidelbergensis percebe-se um predomínio da dieta carnívora, com evidências de caça.


Evolução humana

Escrito por: Gabriela, Suellen e Nicole.


Ao longo da evolução humana, vários fatores interferiram na evolução do homem, como na parte da linguagem, postura, fisicamente e nas gerações que é o resultado da evolução de um tronco antigo de primatas. Em determinado momento, o tronco se dividiu em dois grupos – os Pongidae e os Hominidae – cada um apresentando sua evolução própria. No grupo dos Hominidae, ou hominídeos, desenvolveram-se dois gêneros: o Australopithecus afarensis, o Homo erectus e o Homo sapiens. No gênero dos Australopithecus, a linhagem que mais se destaca é a dos Paranthropus, na qual se subdivide em: aetiophicus, boisei e robustus (surgidos a mais de 2 milhões de anos atrás).

Os Paranthropus aetiophicus foram hominídeos com o andar bípede encontrados na época do Plioceno. Seus fósseis foram encontrados na Etiópia e seu crânio, em um sítio no Quênia. O crânio tinha a mais definida linha sagital, a face mais prognática e molares extremamente grandes.

No extremo Leste da África, surgiram os Paranthropus boiseis, onde habitavam pastos secos. Essa espécie era caracterizada por um crânio grande com uma mandíbula pesada e grandes molares, adaptando-se à sua dieta. Presume-se que essas espécies lidaram com a mudança para um ambiente mais semelhante à savana que estava tomando lugar ao se especializar em uma dieta baseada em plantas de baixa qualidade. A mesma adaptação ocorreu no sul da África com a evolução dos Paranthropus robustus. Permanece incerto se essa espécie fabricava ferramentas, possuindo requerimentos anatômicos para fabricá-las.

Após os boiseis, surgiram os Paranthropus robustus na África Meridional. Suas características principais eram a parte superior larga, mandíbula e músculos da mandíbula adaptados ao ambiente seco, ao qual viviam. Seu crânio indicava um complexo de mastigação pesada.

Também conhecida como antropogênese, a evolução humana deixa diversas dúvidas de como surgimos e evoluímos. Porém, nem todos os fatos são concretos a ponto de afirmar-los como certos. A procura de respostas, historiadores percorrem o mundo, escavando antigos pontos onde se concentravam esses antigos primatas, para confirmar as hipóteses criadas ao longo do tempo.

Bibliografia: - Livro “Toda a História, História geral e História do Brasil” (editora Ática)

- http://pt.wikipedia.org/wiki/Paranthropus

- http://pt.wikipedia.org/wiki/Paranthropus_aethiopicus

- http://pt.wikipedia.org/wiki/Paranthropus_boisei

- http://pt.wikipedia.org/wiki/Paranthropus_robustus

Evolução Humana

Como já sabemos, a evolução humana levou milhões de anos para ocorrer, transformando-nos de simples Sahelantropus tchadensis para modernos Homo sapiens sapiens.
Durante a nossa evoluçao, nós humanos passamos por um período em que faziamos parte da linhagem dos Australupithecus, a qual durou aproximadamente 1,7 milhoes de anos (sendo que durou de 4,2 até 2,5 milhões de anos atrás).
Os Australopithecus, se diferenciaram dos demais hominídeos do gênero Ardipithecus, pois, por terem uma anatomia tipicamente humana, eles possuiam postura e locomoçao bipede.



O A.anamensis


A primeira espécie de Australopithecus foi o Australopithecus Anamensis, que foi descoberto em 1994 por Meave Leakey no Norte do Quênia.
Os fósseis (21 no total) incluem a mandíbula e maxila, fragmentos craniais, e as partes superior e inferior do osso da perna (tíbia). Esses ossos foram datados de 4,2 a 3,9 milhões de anos, sendo no inicio do Plioceno, q foi a última época da era Cenozóica.
Sabe-se que o A.anamensis era maior que o A.afarensis, e que tinha um peso estimado entre 45 e 55 kg, e que tinha uma antomia parecida com a dos humanos, o que lhe permita ter uma locomoção bípede. A descoberta desta espécie forneceu uma nova data para o aparecimento da locomoção bípede, tendo ocorrido 500 mil anos antes da antiga datação, que foi para o A. afarensis.
Alem disso, o A.anamensis tinha um aspecto parecido com o A.afarensis (sendo que provavelmente o A.anamensis pode ter sido o ancestral do A.afarensis).



O A.afarensis



Depois do A.anamensis, surgiu uma nova especie de hominideo; o Australopithecus afarensis, q foi descoberto por Johanson em 1974.
O A.afarensis viveu aproximadamente entre os 3,9 e os 2,9 milhões de anos atrás.
O esqueleto mais famoso de um A.afarensis foi o de uma fêmea, denominada Lucy, o qual era quase completo e tinha como principal característica, o tamanho de seu cérebro, q possuia cerca 450 cm cúbicos, sendo um pouco maior do que o de um chimpanzé moderno.
Além disso, o A.afarensis, possuia postura bípede, ereta, e media entre 1m e 1,5m, com testa pequena e maxilar proeminente.



O A.africanus



Entre 3,5 e 2,5 milhoes de anos atrás surgiu uma nova espécie, a do A.africanus, que foi descoberta em 1924 por Raymond Dart.
Sua descoberta levou a um intenso enfoque na África como local provável do surgimento da espécie humana.
As principais caracteristicas do A.africanus eram a face protusa e o cérebro pequeno, mas com dentição tipicamente humana que inclui caninos pequenos e molares grandes e planos. Além disso, o A.africanus possuia uma postura e locomoção bípede.



O A.garhi



Depois do A.africanus, surgiu uma outra espécie de hominídeo: o A.garhi.
Esse é um ancestral que viveu há cerca de 2,5 milhões de anos no norte da África.
A grande diferença, em relação aos outros ancestrais até então conhecidos, é sua capacidade de usar ferramentas para matar e destrinchar animais. A dieta à base de carne, mais rica em proteínas e gorduras, pode ter resultado num salto evolutivo considerável, que deu a esse ancestral novas habilidades e um cérebro maior e mais poderoso. Seus restos foram encontrados entre os fósseis de oito hominídeos por uma equipe internacional de pesquisadores no Deserto de Afar, no nordeste da Etiópia. Os achados mais valiosos incluem o crânio, fragmentos de dentes e alguns instrumentos de pedra.

Escrito por: Luigi Carvalho Ferreira, Matheus Peçanha, e Gabriel Torquato

http://www.assis.unesp.br/egalhard/humanev2a.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Australopithecus_anamensis
http://pt.wikipedia.org/wiki/Australopithecus_afarensis
http://pt.wikipedia.org/wiki/Australopithecus_africanus


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Erasmo de Roterdã

Escrito por: Camila Vettoraci, Gustavo Vasconcelos, Emanuela, Uyara e Livia.


Erasmo de Roterdã foi um pensador renascentista, nascido na Holanda, considerado o maior humanista de seu tempo e um dos maiores responsáveis pela renovação da igreja.

Erasmo era cristão, mais denunciava a vida na Igreja como distante da fé. Fala que a estrutura da Igreja e da vida monástica haviam se tornado distante do amor de Deus, de sua benevolência e da prática evangélica que Erasmo defende na filosofia Christi. Criticou os teólogos, por esses condenarem, por poucos motivos, muitas pessoas como hereges. Os bispos vivem alegremente, entregam-se à diversão material e esquecem que o seu nome significa zelo e solicitude pela redenção da alma, mas não esquecem da honrarias e o dinheiro. Os monges, para Erasmo, não fazem nada, mas não dispensam o vinho e as mulheres. O papa não tem salvação que Cristo fala, pois se tivessem abria mão de seu patrimônio e dos impostos.

Entre suas obras, as traduções do Novo testamento (1516) revolucionaram os estudos bíblicos; os Colóquios (versão definitiva em 1533) ridicularizam os costumes de seu tempo e certos aspectos da Igreja; O casamento e A jovem arrependida satirizam os defensores da vida espiritual como ideal de espiritualidade; Confissão do soldado critica sarcasticamente os jovens atraídos pela carreira das armas; Os adágios (1500) constituem uma coleção de frases latinas e provérbios; Sobre o livre arbítrio (1534) defende a capacidade da razão humana distinguir entre o bem e o mal, e coloca no livre-arbítrio de cada um a fonte da opção moral, contrapondo-se a Lutero.

A sua principal obra, Elogio da Loucura (1509) apresenta a loucura como uma deusa que conduz as ações humanas. Identifica a loucura em costumes e atos como o casamento e a guerra. Diz que é ela que forma as cidades, mantém os governos, a religião e a justiça. Ele critica muitas atividades humanas, identificando nelas mediocridade e hipocrisia.

O movimento de Martinho Lutero começou no ano seguinte à publicação do Novo Testamento, e foi um teste ao caráter de Erasmo. A discussão entre a sociedade europeia e a Igreja Católica Romana tinha-se tornado tão aberta que poucos podiam furtar a um pedido de uma opinião. Erasmo, no auge da sua fama literária, foi inevitavelmente chamado a tomar partido por um dos lados, mas partidarismo era algo de estranho à sua natureza e hábitos. Ele recusou, pois tinha uma simpatia pelos pontos principais da crítica luterana à igreja, mas não quis se comprometer e disse que não era um inimigo do clero. Como resultado, Erasmo viu-se em conflito com ambas as grandes facções religiosas.

Durante a sua vida, as autoridades da igreja católica o chamaram a justificar as suas opiniões. Após sua morte, porém, a igreja católica romana colocou seus escritos no Index Librorum Prohibitorum, uma lista de livros proibidos pela Igreja.

: http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u179.jhtm, http://www.consciencia.org/erasmo.shtml.

Dicionário enciclopédico “tudo”, volume 2, editora Nova Cultura.

A evolução da espécie Homo

Escrito por: Domenica Dalvi, Lucas Bragança e Thiago Laranja.


A linhagem Homo compõe o grupo de hominídeos mais modernos, do qual se originou o homem atual. Várias espécies deste gênero viveram durante o mesmo período, o que torna a árvore evolutiva humana cada vez mais complexa e detalhada. É composta, basicamente, pelo Homo Floresiensis, Neanderthaensis, Sapiens e Sapiens Sapiens. Contudo, não é absolutamente certa a entrada do Homo Floresiensis na linhagem Homo. Antropólogos e historiadores acham que este hominídeo possuía características distintas demais para ser incluído na linhagem Homo, ou em qualquer outra da evolução humana.

A espécie Homo Floresiensis foi originária da Indonésia, na Ilha das Flores. O único fóssil encontrado sobre tal espécie é de uma mulher, a qual foi dada o nome de Hobbit. Alguns historiadores classificam este período do Homo Floresiensis como um tempo em que o homem passava por mudanças, visto que a espécie possuía vários traços de quase toda a Linhagem Homo (Australopithecus, Erectus e Sapiens). O cérebro de Hobbit possui apenas 380 centímetros cúbicos e há indícios de que fabricavam ferramentas (pedra lascada) e caçavam pequenos elefantes anões e lagartos gigantes. A espécie extinguiu-se por causas desconhecidas. Porém, há uma hipótese de que a extinção ocorreu devido a uma violenta erupção vulcânica.

O chamado Homem de Neanderthal, em homenagem à localidade alemã onde o primeiro foi descoberto e viveu durante o último período glaciar. Sua capacidade craniana era de 1300 a 1750 cm³ (maior do que a capacidade craniana do ser humano atual). Produziam utensílios de pedra mais elaborados e finos e utilizavam ossos, madeira e outros materiais (como a lança). Viviam em pequenas aldeias e já caçavam animais de porte mais avantajado. Os Homo Neanderthalensis não eram nossos ancestrais e entraram em processo de extinção logo após terem entrado em contato com o Homo Sapiens.

O Homo Sapiens de Cro-Magnon tem sua denominação devido ao local aonde os fósseis foram encontrados, em Cro-Magnon na França, datados de 35 mil anos A.C. Eles possuíam cultura mais desenvolvida, e utilizavam utensílios de pedra ou de ossos de animais que caçavam além de representar artisticamente o seu modo de vida (como por exemplo, as pinturas rupestres). Desenvolveu as primeiras atividades supérfluas como a diversão e as artes e também as primeiras modalidades de rodas. Os Homo Neanderthalensis sucumbiram diante do Homo de Cro-Magnon que tomaram toda a Europa. Posteriormente os Homo de Cro-Magnon entraram em decadência com o crescente aumento da temperatura. Muitos animais de seu consumo básico desapareceram ou migraram para o Norte. A escassez de recursos deu origem a grandes conflitos entre eles. Milhares pereceram, outros se espalharam por diversos pontos da Europa e da Ásia, formando os óvulos originais das comunidades que surgiram no período seguinte, a Idade da Pedra Polida.

O Homo Sapiens Sapiens (espécie humana atual) gera discordância quanto à localidade em que foi surgido. Alguns dizem que se originou na África, e outros que se originou no Oriente. Contudo, sabemos que ele gerou inúmeras “raças” (discernindo cor de cabelo, pele e olhos). O surgimento do Estado, utilização dos metais são características dos primeiros espécimes dessa linhagem. O ser humano continua em evolução (vide dentes caninos e molares e o apêndice), contudo não há como prever o futuro da espécie humana. A exploração da natureza interfere na evolução. Esta exploração desastrosa dos recursos num mundo finito pode encurtar a evolução da nossa espécie.

Referências bibliográficas:

http://www.klickeducacao.com.br/2006/enciclo/encicloverb/0,5977,POR-9066,00.html

http://www.colegioweb.com.br/biologia/a-evolucao-humana

http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/evolucao-dos-seres-vivos/evolucao-humana.php

http://www.infopedia.pt/$homo-sapiens-sapiens